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Fraturei meu nariz. Preciso de uma Rinoplastia?

 

 

A quebra dos ossos em virtude de algum impacto na região do nariz vindo de lesões, quedas, acidentes ou agressões é comum. Dependendo da pancada, o paciente pode apresentar sintomas como dor e inchaço, sensibilidade ao toque, manchas roxas na região do nariz ou em volta dos olhos, sangramento, deformidade ou dificuldade para respirar. O trauma, seguido desses sinais clínicos, pode indicar a necessidade de uma rinoplastia.

 

Para que a decisão pela cirurgia seja tomada, alguns pontos devem ser levados em consideração pelo médico.

 

TIPO E LOCAL DA FRATURA

 

A intensidade de força e a direção do impacto sofrido estão diretamente ligados com o tipo de fratura do nariz.

  • Impactos frontais – acometem a região do dorso nasal, podendo comprometer o septo nasal, provocando a perda de projeção do nariz.
  • Impactos laterais – podem levar a inúmeras deformidades. É comum apresentar fragmentos do osso fraturado.
  • Impactos de grande intensidade – podem levar ao comprometimento de outras estruturas da região da face, além de levar a múltiplas fraturas dos ossos nasais.

 

CLASSIFICAÇÃO DA FRATURA

 

De acordo com a área afetada e a gravidade da lesão, as fraturas podem ser classificadas em três graus diferentes:

  • Tipo 1 – fratura que compromete as regiões distais dos ossos nasais e do septo.
  • Tipo 2 – além da região distal, também envolve a lesão do processo frontal da maxila.
  • Tipo 3 – quando a fratura se estende para o osso frontal

 

DIAGNÓSTICO

 

Essencialmente clínico, o diagnóstico é baseado no exame físico do paciente e em uma anamnese detalhada.

 

Por meio da palpação, o médico avalia áreas de crepitação e pontos dolorosos e investiga a cavidade nasal com o intuito de identificar obstruções, desvios, hematomas septais e lacerações.

 

Para o diagnóstico da fratura nasal, os exames de imagem são também fundamentais. Atualmente, a tomografia computadorizada tem sido utilizada nesses casos por ser um dos exames mais sensíveis e específicos, proporcionando uma visão mais precisa do deslocamento dos ossos, bem como possíveis lesões nas demais estruturas da face.

 

Fotos antigas do paciente também podem se fazer necessárias para que sejam avaliados desvios e outras deformidades anteriores ao trauma sofrido.

 

 

TRATAMENTO

 

A redução fechada é o tratamento para a maioria das fraturas nasais. Com ajuda de equipamentos específicos, o médico poderá reposicionar os fragmentos ósseos que foram deslocados. Após o procedimento, é feita a imobilização interna e externa da estrutura com tamponamento e curativo externo com gesso ou material similar.

 

O tratamento da fratura nasal pode ser feito imediatamente após o trauma, antes que os edemas se instalem no local, ou após sete ou dez dias – assim que o edema cede. Após esse período, o tratamento passa a ser o de uma sequela do trauma.

 

 

COMPLICAÇÕES

 

Mesmo após o tratamento da fratura, algumas complicações podem surgir, como por exemplo:

– Hematomas septais

– Sangramento nasal persistente

– Desvio nasal

– Obstrução nasal

– Infecções

 

 

QUANDO A RINOPLASTIA É NECESSÁRIA?

 

Nos casos mais graves em que ocorre a fratura com comprometimento do septo e/ou desvio dos ossos ou fraturas cominutivas – quando são detectados pequenos fragmentos do osso nasal, a cirurgia é indicada.

 

Há casos em que a fratura precisa ser tratada com cirurgia, para que os ossos sejam realinhados e/ou as cartilagens sejam reconstruídas.

 

Interessante ressaltar que o tratamento ideal é realizado ou de forma precoce – imediatamente após o trauma sofrido – antes que o edema se instale na região, ou de forma tardia (o que acontece, na maioria das vezes), entre sete e dez dias depois, assim que o edema cede – uma vez que é mais fácil visualizar os fragmentos ósseos.

 

É fundamental procurar ajuda médica após um trauma sofrido. O diagnóstico precoce da fratura pode evitar evoluções desfavoráveis.

 

Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573

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Dr Ferri

“A arte da rinoplastia não recai unicamente na maestria da técnica, mas também, e sobretudo, na habilidade de compreender os objetivos e as motivações de cada paciente.” – Dr. Ricardo Ferri

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