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Rinoplastia Secundária: como evitá-la?

 

A necessidade de uma Rinoplastia secundária é algo que amedronta alguns pacientes. Afinal, há sempre o desejo de que o resultado seja satisfatório sem que seja necessário se submeter a novos procedimentos que envolvam exames, cortes, cicatrizações, repouso e tudo o que está ligado a uma Rinoplastia.

 

Além das técnicas cirúrgicas que continuam evoluindo, existem formas de evitar uma segunda rinoplastia, se alguns cuidados forem respeitados, desde o início do processo – já na primeira consulta.

 

Confira abaixo quais são esses cuidados e em quais etapas eles estão incluídos dentro de todo o processo cirúrgico.

 

 

ANÁLISE E ALINHAMENTO

 

Já na primeira consulta, é imprescindível que o cirurgião analise o paciente e a queixa trazida por ele. O profissional deve ter a sensibilidade para que a expectativa seja alinhada com o resultado que as técnicas cirúrgicas atuais, e a própria anatomia do paciente, permitem alcançar.

 

 

PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

 

O pré-operatório é um momento importante para que uma Rinoplastia secundária seja evitada, é nesse passo que um bom cirurgião deve dedicar seu tempo e conhecimento.

 

Isso porque é neste momento em que todo o diagnóstico será feito, identificando o que precisa ser corrigido e de que forma essa correção se dará, levando em consideração todas as variáveis relacionadas ao procedimento cirúrgico.

 

EXECUÇÃO

 

Qualquer profissional apto a realizar uma Rinoplastia sabe que esse é o momento crucial.

 

Por melhor que tenha sido o planejamento cirúrgico, a experiência e conhecimento contam muito dentro do centro cirúrgico, no que tange à definição da técnica a ser utilizada, na escolha do enxerto (e de onde ele será retirado), nos ângulos de rotação e projeção alinhados, é claro, com o que foi conversado com o paciente em consultório.

 

É interessante que aqui sejam evitadas as grandes retiradas de cartilagem, alterações radicais no aspecto e estética do nariz e optar pelas mudanças sutis de contorno, evitando proporções desmedidas que retirem a naturalidade dos traços da face.

 

 

PÓS-OPERATÓRIO

 

O paciente também pode ajudar a evitar uma Rinoplastia secundária ao atender às prescrições do médico e sua equipe quanto ao pós-operatório para que sejam evitadas as complicações. Por outro lado, cabe ao profissional orientar de forma clara tudo o que o paciente precisa fazer assim que o procedimento é finalizado.

 

 

Há variáveis que nem o paciente e nem o cirurgião podem controlar. Por isso, se faz necessário que o cirurgião continue com seu paciente no período de um ano, para que, por exemplo, a evolução cicatricial seja acompanhada de perto. Assim, em caso de andamento contrário ao esperado, será possível intervir para evitar que uma má cicatrização seja uma indicação de cirurgia de correção

 

 

Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573

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Dr Ferri

“A arte da rinoplastia não recai unicamente na maestria da técnica, mas também, e sobretudo, na habilidade de compreender os objetivos e as motivações de cada paciente.” – Dr. Ricardo Ferri

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