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	<title>Arquivos obstruçãonasal - Dr. Ricardo Ferri</title>
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	<description>Otorrinolaringologia</description>
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	<title>Arquivos obstruçãonasal - Dr. Ricardo Ferri</title>
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		<title>Análise de caso &#8211; correção de septo e refinamento de ponta associados à turbinectomia inferior</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rinoplastia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na cavidade nasal existe uma estrutura chamada de cornetos nasais, que são responsáveis por abrir espaço para a circulação, filtro e aquecimento do ar inspirado. Algumas patologias podem fazer com que os cornetos aumentem de tamanho, tornando-os hipertrofiados. Quem tem o diagnóstico de hipertrofia de cornetos, geralmente sofre com obstrução nasal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na cavidade nasal existe uma estrutura chamada de <strong>cornetos nasais</strong>, que são responsáveis por abrir espaço para a circulação, filtro e aquecimento do ar inspirado.</p>
<p>Algumas patologias podem fazer com que os cornetos aumentem de tamanho, tornando-os <strong>hipertrofiados</strong>. Quem tem o diagnóstico de <strong>hipertrofia de cornetos</strong>, geralmente sofre com <strong>obstrução nasal</strong> – <strong>o famoso</strong> <strong>nariz entupido</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Essa condição pode ser corrigida de maneira isolada e também durante a cirurgia de Rinoplastia. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No artigo de hoje <strong>vamos contar a história de uma paciente</strong> que nos procurou com a queixa de obstrução nasal e desejo de uma ponta mais refinada e projetada.</p>
<p>O caso em questão combinou a cirurgia de rinoplastia para refinar a ponta com a <strong>turbinectomia</strong> – nome dado à cirurgia de correção dos cornetos nasais.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>CORNETOS NASAIS</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-1430 alignleft" src="https://www.ricardoferri.com.br/wp-content/uploads/2021/08/cornetos-nasais.jpg" alt="" width="297" height="276" />Popularmente conhecidos como carne esponjosa ou conchas nasais, os cornetos cumprem a função de dar espaço, umedecer, aquecer e filtrar o ar que é inspirado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada um de nós possui 3 pares de cornetos que são classificados de acordo com sua posição na cavidade nasal: inferior, médio ou superior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns traumas ou patologias respiratórias, como a rinite, por exemplo, podem levar ao que chamamos de hipertrofia dessa estrutura, quando os cornetos aumentam de tamanho, prejudicando sua função.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obstrução nasal, boca seca e roncos são os principais sintomas dessa condição, que pode ser corrigida clinicamente, com medicamentos via oral ou intranasais e cirurgicamente, a depender do grau de hipertrofia ou da resposta ao tratamento clínico realizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>TURBINECTOMIA</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este é o nome dado à cirurgia que visa corrigir a hipertrofia dos cornetos nasais. Trata-se de uma cirurgia funcional que, de forma isolada, leva cerca de 30 minutos para ser realizada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O procedimento é de baixíssimo risco para o paciente e geralmente é classificado da seguinte forma:</p>
<p><u>Cauterização </u>– indicada para casos leves ou moderados, a redução dos cornetos é realizada com um bisturi elétrico, que cauteriza a estrutura.</p>
<p><u>Ressecção parcial</u> – o corneto hipertrofiado é retirado parcialmente da cavidade nasal. Esse procedimento é indicado para casos moderados e graves de hipertrofia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A turbinectomia pode ser realizada de maneira associada à rinoplastia. E abaixo você poderá conferir uma análise de caso em que foi feita essa associação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A AVALIAÇÃO DO PACIENTE</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>O paciente foi avaliado de acordo com os protocolos indicados para a primeira consulta.</p>
<p><strong>Queixa principal: obstrução nasal, uso crônico de vasoconstritor e ponta bulbosa.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O paciente relatou que sempre sofreu com obstrução nasal e passou a usar medicamentos intranasais para aliviar essa condição. O uso crônico dos medicamentos vasoconstritores, como Neosoro ou Naridrim, por exemplo, podem resultar em uma rinite medicamentosa &#8211; que era o caso do paciente.</p>
<p>Através da avaliação física, fotos e exames de imagem foi possível constatar que o paciente possuía, além da queixa estética, a hipertrofia dos cornetos nasais inferiores e desvio de septo.</p>
<p>A cirurgia foi planejada com base nas queixas do paciente, visando a correção funcional e estética da estrutura nasal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A CIRURGIA</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Tipo de <strong>rinoplastia</strong>: <strong>turbinectomia inferior</strong>, para a redução dos cornetos nasais e <strong>rinoplastia primária</strong> para correção do septo nasal e refinamento de ponta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tempo de cirurgia: três horas e meia.</p>
<p>Tipo de anestesia: Geral</p>
<p>Manejos utilizados:</p>
<ul>
<li><strong>Redução de dos cornetos nasais inferiores </strong>com cauterização</li>
<li><strong>Correção do septo nasal </strong>com enxertos cartilaginosos do próprio septo</li>
<li><strong>Refinamento de ponta nasal </strong>com enxertos septais e suturas para reforço e projeção</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>EVOLUÇÃO E RESULTADO</strong></h3>
<p>O pós-operatório imediato já mostrou um nariz mais retilíneo e com a ponta refinada e projetada.</p>
<p>Ao acordar da anestesia, o paciente relatou a melhora na respiração, mesmo com os splints nasais.</p>
<p>A recuperação das cirurgias associadas não muda em nada quanto às orientações a serem seguidas pelo paciente. Assim como o resultado, que dependerá de como o organismo responderá à evolução cicatricial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>ATENÇÃO!</strong></h3>
<p>Os casos relatados nessa série de artigos são ilustrativos, com o intuito de facilitar o entendimento das técnicas utilizadas, buscando o resultado pretendido.</p>
<p>É importante dizer que cada caso é único, assim como a rinoplastia realizada e a evolução pós-operatória, dependendo, principalmente, do organismo de cada paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba como encontrar um <a href="https://www.ricardoferri.com.br/como-encontrar-um-cirurgiao/">bom cirurgião </a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573</p>
<p><a href="http://www.instagram.com/dr.ricardoferri">www.instagram.com/dr.ricardoferri</a></p>
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		<item>
		<title>5 Dicas para melhorar o inchaço após a rinoplastia</title>
		<link>https://www.ricardoferri.com.br/5-dicas-para-melhorar-o-inchaco-apos-a-rinoplastia/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:13:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rinoplastia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma coisa é certa: toda cirurgia causa trauma na região operada e todo trauma leva aos edemas. Cada organismo responde de uma forma durante a recuperação de um procedimento cirúrgico, mas existem algumas dicas que podem ajudar nesse processo, melhorando o tempo de absorção dos edemas pós-operatórios. &#160; Confira todas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa é certa: toda cirurgia causa trauma na região operada e todo trauma leva aos edemas.</p>
<p>Cada organismo responde de uma forma durante a recuperação de um procedimento cirúrgico, mas existem algumas dicas que podem ajudar nesse processo, melhorando o tempo de absorção dos edemas pós-operatórios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira todas as dicas que você poderá seguir para melhorar o inchaço pós-rinoplastia.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>CICLO DO EDEMA APÓS A RINOPLASTIA</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os edemas após uma rinoplastia podem variar de paciente para paciente, mas ainda assim, se apresentam em um ciclo que pode ser dividido por:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>INCHAÇO INTENSO – a primeira resposta do organismo ao procedimento cirúrgico. O nariz vai inchando gradualmente até o terceiro dia, e, a partir do quarto já começa a desinchar. Esse momento pode levar até dez dias, que, geralmente, é o momento em que o primeiro curativo é retirado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>INCHAÇO MODERADO – se apresenta entre o primeiro e o terceiro mês após a rinoplastia. A maior parte do edema já foi absorvida pelo organismo, o que permite notar os primeiros resultados de perfil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>INCHAÇO RESIDUAL – concentra-se mais na ponta nasal e pode durar até oito meses após a rinoplastia. É a parcela do edema que falta ser absorvida para que o resultado final se apresente.</p>
<p>Todo esse ciclo é acompanhado pelo cirurgião, que poderá dar algumas orientações para que esse processo seja o mais confortável possível para o paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Listamos cinco deles abaixo, para auxiliar na recuperação da sua cirurgia, principalmente, durante o período em que os edemas se apresentam mais intensos e/ou moderados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>COMPRESSAS FRIAS</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>As compressas fazem mais efeito se utilizadas nos primeiros dias após a cirurgia. O ideal é que sejam feitas a cada hora, por 10 ou 15 minutos.</p>
<p>Mas, atenção!</p>
<p>&#8211; Não utilize o gelo diretamente na pele</p>
<p>&#8211; Evite compressas pesadas e muito duras</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>DRENAGEM LINFÁTICA FACIAL</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Geralmente indicadas depois de quatro dias de cirurgia, as drenagens linfáticas faciais auxiliam na absorção dos edemas, diminuem o desconforto causado pelo inchaço e devem ser feitas por profissionais capacitados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>TAPING</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Técnica que, atualmente, é realizada no pós-operatório imediato de rinoplastia.</p>
<p>As bandagens elásticas são afixadas em pontos estratégicos da face e, além de controlar e minimizar os edemas, também atuam na diminuição da dor e dos hematomas.</p>
<p>O paciente segue para casa com essas bandagens que são resistentes ao suor e à água.</p>
<p>Essa é uma das técnicas que tem mostrado grande eficácia no controle dos edemas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>POSIÇÃO DA CABEÇA E PARA DORMIR</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Os edemas são, nada mais, nada menos, do que líquido acumulado na região operada. Portanto, evitar ficar com a cabeça baixa e optar por dormir de barriga pra cima, com a cabeça levemente elevada, auxiliará na absorção do edema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>EVITAR BANHOS QUENTES E CALOR EXCESSIVO</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Assim como a água quente, o calor excessivo pode retardar o processo de recuperação da pele e, consequentemente, a absorção dos edemas causados pela cirurgia. Opte por banhos com água morna ou natural e evite a exposição solar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O seu cirurgião deve ser informado, caso haja demora excessiva para a absorção dos edemas iniciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573</p>
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		<title>Rinoplastia não piora a respiração &#8211; entenda de onde vem este mito</title>
		<link>https://www.ricardoferri.com.br/rinoplastia-nao-piora-a-respiracao-entenda-de-onde-vem-este-mito/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:13:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Todo e qualquer procedimento estético que passa a atrapalhar funções naturais do corpo deve ser terminantemente evitado. Funcionalidade. Desde meados de 1990 esta é e sempre será a premissa básica e a prioridade de uma cirurgia de nariz – ainda que seja voltada para a alteração de seu formato. &#160; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo e qualquer procedimento estético que passa a atrapalhar funções naturais do corpo deve ser terminantemente evitado.</p>
<p>Funcionalidade. Desde meados de 1990 esta é e sempre será a premissa básica e a prioridade de uma cirurgia de nariz – ainda que seja voltada para a alteração de seu formato.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Neste artigo, vamos entender o mito de que uma rinoplastia piora a respiração.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>COMO A RINOPLASTIA ERA FEITA NO INÍCIO?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Índia e no Egito, cerca de 2500 a.C., quando o nariz acabava ferido em combates ou amputado por punição, a reconstrução da estrutura nasal era feita de maneira limitada.</p>
<p>Àquela época, o foco era apenas a reparação do dano, sem maiores preocupações com as cicatrizes visíveis ao final do procedimento, ou com a forma com a qual o nariz seria estruturado para manter ou melhorar a respiração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A EVOLUÇÃO DA TÉCNICA</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Grandes nomes como Gasparo Tagliacozzi, Carl Von Gnaefe e Jacob Lewis Joseph foram mudando o curso do procedimento, visando a melhoria estética da estrutura nasal. Seja para diminuir, quanto para aumentar o nariz, no entanto, com um abordagem fechada.</p>
<p>Até a metade do século XX, as técnicas ainda eram primárias e isso fez com que os resultados de grande parte das rinoplastias realizadas evoluíssem com irregularidades, anatomia nasal prejudicada e, consequentemente, prejuízo funcional.</p>
<p>É possível dizer que parte do mito de que a rinoplastia torna a respiração dificultosa venha deste período da história da cirurgia de nariz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>TENDÊNCIA </strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Ainda que as técnicas cirúrgicas estivessem em evolução, por muito tempo, um nariz considerado bonito não era aquele que estava em equilíbrio com os traços faciais, mas sim, os finos de pontas elevadas.</p>
<p>Essa tendência fez com que muitos pacientes buscassem cirurgiões de rinoplastia para afinarem o nariz e as alterações feitas para que houvesse satisfação com o resultado também traziam consequências funcionais, fato que alimenta o mito de que a cirurgia de nariz prejudica a respiração.</p>
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<h3><strong>E QUAL É A VERDADE, ENTÃO?</strong></h3>
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<p>A verdade é que, hoje, técnicas como a rinoplastia preservadora e a rinoplastia estruturada são trabalhadas visando a mudança estética mas, principal e prioritariamente, preservando as estruturas nasais e suas funcionalidades.</p>
<p>Hoje, os cirurgiões lançam mão da tecnologia que vai de programas de avaliação a equipamentos cirúrgicos, para oferecerem cirurgias seguras, com resultados satisfatórios tanto em questões de proporção nasal, quanto nas de função respiratória.</p>
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<h3><strong>O PREJUÍZO FUNCIONAL É PRA SEMPRE?</strong></h3>
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<p>Felizmente, as rinoplastias secundárias realizadas por bons cirurgiões têm mostrado bons resultados na reconstrução da estrutura nasal e na correção dos manejos anteriores que acabaram prejudicando a respiração.</p>
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<h3><strong>BOM SENSO É TUDO!</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Para que este mito caia por terra, é preciso ter bom senso e entender que o que preserva a funcionalidade nasal é evitar exageros nas mudanças realizadas durante uma rinoplastia.</p>
<p>Cabe ao cirurgião alinhar sempre as expectativas do paciente com as possibilidades reais oferecidas pelas técnicas atuais, e deixar claro que a função respiratória será sempre priorizada no procedimento.</p>
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<p>Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573</p>
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