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	<title>Arquivos osteotomias - Dr. Ricardo Ferri</title>
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	<description>Otorrinolaringologia</description>
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	<title>Arquivos osteotomias - Dr. Ricardo Ferri</title>
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		<title>Análise de Caso &#8211; Sexta Rinoplastia</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:12:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas cirurgias são mais complexas que outras devido a inúmeros fatores. No entanto, as cirurgias que são realizadas em narizes já operados têm uma posição especial no ranking da complexidade cirúrgica dentro da rinoplastia, exigindo atenção redobrada do cirurgião. Acompanhe abaixo a análise de caso de uma rinoplastia realizada pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas cirurgias são mais complexas que outras devido a inúmeros fatores. No entanto, as cirurgias que são realizadas em narizes já operados têm uma posição especial no ranking da complexidade cirúrgica dentro da rinoplastia, exigindo atenção redobrada do cirurgião.</p>
<p><strong>Acompanhe abaixo a análise de caso de uma rinoplastia realizada pela sexta vez.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>MÚLTIPLAS RINOPLASTIAS</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tamanho, largura, altura, simetria e problemas funcionais não corrigidos ou adquiridos após um procedimento cirúrgico no nariz são os principais motivos que levam os pacientes a buscarem por uma nova cirurgia.</p>
<p>Rinoplastias secundárias não são raras. São mais comuns do que se imagina. No entanto, há casos em que a insatisfação ou os prejuízos funcionais de um primeiro, segundo ou terceiro procedimento mal realizado fazem com que o centro cirúrgico seja revisitado pelo paciente.</p>
<p>É importante lembrar que qualquer estrutura que já tenha sido manipulada cirurgicamente e precisa ser alterada novamente oferecerá um nível de complexidade maior.</p>
<p>A cada novo procedimento, um novo desafio que exige habilidade, astúcia e experiência do cirurgião.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>RINOPLASTIAS REDUTORAS SUBSEQUENTES</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>A rinoplastia redutora, como o próprio nome já diz, visa diminuir aspectos do nariz como: altura, largura e projeção.</p>
<p>Através da raspagem da estrutura cartilaginosa, é possível diminuir a altura do dorso.</p>
<p>O caso que você verá abaixo envolveu cinco cirurgias com essas características que resultaram em falta de simetria, de equilíbrio e um prejuízo funcional importante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A AVALIAÇÃO DA PACIENTE</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>A paciente foi avaliada de acordo com os protocolos indicados para a primeira consulta.</p>
<p><strong>Queixa principal: nariz com múltiplas rinoplastias e prejuízo funcional.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cirurgia foi planejada com base nas queixas do paciente e avaliação física e dos exames complementares.</p>
<p>O plano cirúrgico foi traçado com o intuito de corrigir as assimetrias diagnosticadas, a projeção da ponta nasal e o prejuízo funcional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A CIRURGIA</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Tipo de <strong>rinoplastia</strong>: <strong>de reestruturação, </strong>para correção de altura de dorso, projeção e tamanho de ponta nasal, alinhamento e correção da estrutura óssea e correção das válvulas nasais pinçadas.</p>
<p>Tempo de cirurgia: quatro horas e meia.</p>
<p>Tipo de anestesia: Geral</p>
<p>Manejos utilizados:</p>
<ul>
<li><strong>Aumento do dorso </strong>com enxertos retirados da costela da paciente;</li>
<li><strong>Correção da ponta </strong>com enxertos de costela e suturas, esticando-a para correção das simetrias;</li>
<li><strong>Correção das bordas ósseas </strong>com novas osteotomias</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>EVOLUÇÃO E RESULTADO</strong></h3>
<p>A paciente já se encontra com quase um mês de cirurgia e a sua recuperação está dentro do esperado.</p>
<p>Casos como esse acabam elevando os níveis de risco de infecções, em virtude de uma manipulação constante nos tecidos da região. Durante o pós-operatório, é importante realizar mais drenagens e algumas sessões de <a href="https://www.ricardoferri.com.br/taping-na-rinoplastia/">taping</a>.</p>
<p>A recuperação pode ser mais demorada, se comparada a uma rinoplastia primária, por exemplo. Mas não a torna mais desconfortável para o paciente, que terá de seguir à risca todas as orientações do cirurgião e equipe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>ATENÇÃO!</strong></h3>
<p>Os casos relatados nessa série de artigos são ilustrativos, com o intuito de facilitar o entendimento das técnicas utilizadas, buscando o resultado pretendido.</p>
<p>É importante dizer que cada caso é único, assim como a rinoplastia realizada e a evolução pós-operatória, dependendo, principalmente, do organismo de cada paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573</p>
<p><a href="http://www.instagram.com/dr.ricardoferri">www.instagram.com/dr.ricardoferri</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>De onde os enxertos da rinoplastia são retirados?</title>
		<link>https://www.ricardoferri.com.br/de-onde-os-enxertos-da-rinoplastia-sao-retirados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardoferri]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:10:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para que uma rinoplastia possa alcançar um resultado satisfatório, na maioria dos casos, o cirurgião precisa fazer uso de enxertos para esculpir o novo formato do nariz. Eles podem ser enxertos ósseo-cartilaginosos (podendo vir do próprio septo, da parte de trás da orelha e da costela, por exemplo). &#160; A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que uma rinoplastia possa alcançar um resultado satisfatório, na maioria dos casos, o cirurgião precisa fazer uso de enxertos para esculpir o novo formato do nariz. Eles podem ser enxertos ósseo-cartilaginosos (podendo vir do próprio septo, da parte de trás da orelha e da costela, por exemplo).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A utilização do enxerto e de sua fonte pode ser prevista na consulta de avaliação. No artigo de hoje, eu falo mais sobre os tipos de enxerto, como é feita a sua preparação e se há risco de rejeição. Boa leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Os enxertos são necessários?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os enxertos são utilizados em cerca de 95% das rinoplastias e precisam ser resistentes e apresentar baixa taxa de reabsorção, infecção e deformação. Há uma grande taxa de previsibilidade de qual tipo de enxerto será necessário e de onde ele será retirado, já na primeira consulta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, é no momento da cirurgia que a tomada de decisão acontece. Isso porque o cirurgião precisa ter o acesso e a visão total à estrutura nasal para definir o que é, de fato, necessário para a realização do procedimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Quais são os tipos?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sempre que possível, o ideal é utilizar a cartilagem do próprio septo nasal, já que ela se assemelha à qualidade da estrutura. Tanto que esse é o tipo de enxerto mais utilizado nas cirurgias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, em alguns casos, a cartilagem septal não é suficiente ou é frágil demais. Por esse motivo, o cirurgião recorre aos enxertos à distância, retirando a porção de tecido necessária da costela &#8211; segundo tipo mais usado &#8211; e também da parte de trás da orelha (auricular).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há também os enxertos de pele, mas não são utilizados com a mesma frequência dos anteriores. É feito, quando necessário, na parte interna do nariz ou na columela. Para que sejam utilizados, os enxertos precisam passar por uma avaliação e preparo adequado, durante a cirurgia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Preparação</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim que o enxerto é retirado, ele é avaliado e esculpido com o bisturi. O cirurgião “recorta” o enxerto, de acordo com a necessidade da rinoplastia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cartilagem de costela, depois de esculpida, é colocada em solução fisiológica por até 30 minutos, para avaliar possíveis deformações precoces, alguma tortuosidade, por exemplo. Se as deformidades se apresentam, o enxerto poderá ser utilizado de outra maneira e uma nova porção de tecido cartilaginoso é retirada e avaliada, para seguir com o procedimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É importante ressaltar que cabe ao cirurgião a decisão da quantidade, tipo e fonte dos enxertos a serem colocados para a busca do resultado pretendido. Em todos os casos, o paciente precisa estar ciente de que o cirurgião fará uma decisão intraoperatória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Discuta com seu médico quais são as opções disponíveis para o seu caso e quais são os planos para a cirurgia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Há risco de rejeição?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como na rinoplastia os enxertos do tipo autógenos – retirados do próprio paciente – são priorizados, a taxa de rejeição é mínima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É necessário comparecer às consultas de avaliação no pós-operatório por, pelo menos, um ano. Assim, se houver algum indício de rejeição, o cirurgião poderá se antecipar na orientação de melhor conduta para a solução do caso que se apresente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>www.instagram.com/dr.ricardoferri</em></p>
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		<title>Tudo sobre rinoplastia e o uso do roacutan</title>
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					<description><![CDATA[<p>“Doutor, tomo Roacutan, vou precisar suspender antes da minha rinoplastia? Posso voltar a tomar quanto tempo depois?” Essas são perguntas bastante comuns que recebo no meu consultório e nas minhas redes sociais. Por isso, o artigo de hoje vai aprofundar no assunto. &#160; Inclusive, a espessura da pele é um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ricardoferri.com.br/tudo-sobre-rinoplastia-e-o-uso-do-roacutan/">Tudo sobre rinoplastia e o uso do roacutan</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ricardoferri.com.br">Dr. Ricardo Ferri</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Doutor, tomo Roacutan, vou precisar suspender antes da minha rinoplastia? Posso voltar a tomar quanto tempo depois?” Essas são perguntas bastante comuns que recebo no meu consultório e nas minhas redes sociais. Por isso, o artigo de hoje vai aprofundar no assunto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inclusive, a espessura da pele é um dos principais fatores ligados diretamente ao planejamento e ao resultado de uma rinoplastia. Ela vai definir o tipo de técnica cirúrgica a ser utilizada na cirurgia, uma vez que peles muito finas ou muito grossas exigem manejos diferenciados. Continue a leitura e saiba mais sobre isso!</p>
<h3></h3>
<h3>Vou precisar suspender o medicamento?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Roacutan tem como princípio ativo a isotretinoína. Derivada da vitamina A, ela atua no organismo diminuindo a produção de sebo e a inflamação local, interferindo diretamente no processo de reconstrução da pele. É indicada com frequência pelos dermatologistas para o tratamento de acne, de diversos tipos e graus, e oleosidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para aquelas pessoas que já fazem uso do medicamento, o recomendado é que ele seja suspenso 15 dias antes do procedimento. E que volte a usá-lo 15 dias após a rino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A isotretinoína também pode ser utilizada para alguns pacientes que desejam se submeter à rinoplastia, com a finalidade de tratamento da pele grossa, muito oleosa ou acneica e na diminuição do processo cicatricial intenso, reduzindo as possibilidades de fibrose excessiva na ponta do nariz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ambas as indicações são feitas de maneira individual, por médicos especializados em nariz ou pele. O paciente precisa ser acompanhado durante o uso do remédio, isso porque, como qualquer composto químico, além dos benefícios, seu uso também pode trazer efeitos colaterais.</p>
<h3></h3>
<h3>E depois da rino?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há um excelente estudo feito por Roxana Cobo que traz a sugestão do uso da isotretinoína no pós-operatório de rinoplastia em pacientes com pele grossa, acneica e oleosa que são mais predispostos a fibroses intensas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O intuito é o de controlar adequadamente a produção das glândulas sebáceas na região do nariz, afinando a pele e favorecendo o resultado final. Nesses casos, as doses utilizadas são ligeiramente mais baixas do que as indicadas para o tratamento de acne.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo avaliou somente pacientes com características específicas de pele. No entanto, temos visto que alguns cirurgiões têm utilizado essa sugestão para pacientes que não possuem pele grossa, já que a prática dessa associação tem mostrado resultados satisfatórios e surpreendentes, em casos bem selecionados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É importante que cada caso seja avaliado individualmente com indicações precisas e o acompanhamento do paciente é fundamental. A prescrição da isotretinoína deve ser feita com responsabilidade por parte dos cirurgiões, até que novos estudos a respeito da relação entre o uso do medicamento e os resultados da rinoplastia sejam feitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Converse com seu cirurgião e siga as orientações por ele passadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573</em></p>
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		<title>Redução do dorso nasal: basta lixar?</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:10:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pode parecer óbvio, mas para reduzir a giba nasal, aquela protuberância localizada no dorso do nariz, não basta apenas lixar. É mais que isso! O cirurgião pode utilizar diversas técnicas cirúrgicas, como a redução do excesso de cartilagem e de osso, por meio de raspagem, lixamento, além de fraturas, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer óbvio, mas para reduzir a giba nasal, aquela protuberância localizada no dorso do nariz, não basta apenas lixar. É mais que isso! O cirurgião pode utilizar diversas técnicas cirúrgicas, como a redução do excesso de cartilagem e de osso, por meio de raspagem, lixamento, além de fraturas, com equipamentos cirúrgicos modernos para controlar irregularidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No artigo de hoje, abordamos mais sobre este tipo de nariz, que é bastante comum, e como a rinoplastia pode ajudar a deixá-lo mais proporcional e harmonioso ao rosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A GIBA NASAL</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podendo ser encontrada em narizes de descendência europeia, caucasiana e, principalmente, italiana, a giba é uma saliência óssea que fica localizada no dorso nasal, que geralmente é alto, causando incômodo na maioria dos pacientes que possuem o nariz com essa característica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A giba nasal é, no entanto, apenas uma das características de um nariz de dorso alto que também costuma apresentar:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>– Ponta caída</p>
<p>– Cartilagens aumentadas e fortes</p>
<p>– Formato fino</p>
<p>– Projeção curvada</p>
<p>– Pele fina</p>
<p>– Narinas mais fechadas com formado ovalado</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trata-se do tipo mais operado de nariz, e sua estética também pode estar ligada à sua funcionalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>COMO É A RETIRADA DA GIBA NASAL?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para que seja possível fazer a retirada de uma giba nasal, o cirurgião deverá utilizar as técnicas de lixamento e osteotomias – fraturas controladas dos ossos nasais, atualmente feitas com o piezotome, moderno equipamento ultrassônico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É comum que enxertos, com fragmentos do próprio septo nasal também sejam necessários. Desta forma, é possível ter uma estrutura retilínea, sem protuberâncias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de ser comum que a giba nasal seja citada como uma característica que mais incomoda nos pacientes, a sua retirada é apenas um passo de uma rinoplastia de redução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante a cirurgia, é possível que o cirurgião tenha de corrigir a linha do septo, se a tortuosidade for diagnosticada. Nos casos de narizes muito finos, também é possível aumentar de maneira sutil a sua largura, com a utilização de enxertos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em praticamente todas as cirurgias de redução do dorso nasal, a ponta do nariz também precisa de atenção. A depender de cada caso, uma rotação, projeção e uma melhor sustentação, por meio de enxertos cartilaginosos e suturas, sejam feitas, para que haja uma melhor harmonização facial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>PREVISIBILIDADE E RESULTADOS</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse é um dos tipos de nariz que apresenta melhor previsibilidade do procedimento. Isso porque, durante o procedimento, há mais controle por parte do cirurgião.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quanto ao resultado, é possível notar a diferença na altura do dorso nasal já na primeira etapa de absorção do edema, com cerca de dois ou três meses, após a cirurgia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O resultado final requer mais tempo para se apresentar, entre dez meses a um ano do procedimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>PORTANTO…</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cirurgia para a retirada da giba nasal não envolve apenas o lixamento e a osteotomia, na região do dorso do nariz. A giba é apenas uma das características de um nariz de dorso alto e sua correção isolada não é uma indicação acertada, já que há a possibilidade de passar a sensação de um nariz maior e mais caído, caso a ponta também não sofra alguma alteração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cabe ao cirurgião o esclarecimento sobre as técnicas a serem utilizadas no procedimento, visando um resultado harmônico e funcional, com expectativas e possibilidades devidamente alinhadas com o paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Osteotomias: quando as fraturas nasais são necessárias na rinoplastia</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:10:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Parece estranho, mas na maioria dos casos, para se chegar a um resultado satisfatório da rinoplastia, é preciso fraturar os ossos do nariz. Claro que tudo é feito de forma controlada e completamente segura. São as chamadas osteotomias. &#160; Percebo que muitos pacientes, na primeira consulta, relatam medo e possuem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece estranho, mas na maioria dos casos, para se chegar a um resultado satisfatório da rinoplastia, é preciso fraturar os ossos do nariz. Claro que tudo é feito de forma controlada e completamente segura. São as chamadas osteotomias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Percebo que muitos pacientes, na primeira consulta, relatam medo e possuem dúvidas a respeito dessa manobra cirúrgica. Por isso, o artigo de hoje visa esclarecer o que são as osteotomias, quando elas são necessárias e os resultados que elas oferecem. Boa leitura!</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>O que são as osteotomias?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trata-se de uma dissecção parcial de um segmento ósseo que visa melhorar os aspectos funcionais e estéticos do nariz. Ou seja, uma fratura controlada para que o nariz seja reposicionado, conforme a necessidade e o resultado pretendido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As osteotomias são muito comuns porque a maioria dos casos exigem a redução do dorso do nariz. Praticamente toda vez que há essa redução, o nariz fica mais largo e, consequentemente, precisa de uma osteotomia na lateral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, elas são necessárias em narizes que tenham desvio de septo. O procedimento, geralmente, é seguido da técnica de lixamento e enxertos com o intuito de suavizar o contorno nasal. Como resultado, chegamos a um nariz bonito e harmônico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como são feitas? </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>As osteotomias são feitas por um equipamento ultrassônico. Ou seja, não é algo descontrolado. São usadas ferramentas como o Piezotome para que o procedimento seja pouco traumático, feito com o mínimo de abalo às demais estruturas nasais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em alguns casos, outras pequenas ferramentas, como o “martelinho”, também são utilizadas na região do dorso e da base nasal. Assim que são gentilmente quebrados, os ossos nasais são reposicionados conforme o planejamento cirúrgico determinado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A técnica demanda habilidade e experiência do cirurgião para que haja o menor trauma possível em todas as estruturas nasais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Pós-operatório</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando a osteotomia é necessária na rinoplastia, o nariz fica um pouco mais sensível em comparação às cirurgias em que ela não é realizada. Isso demanda maior atenção e cuidado por parte do paciente durante o pós-operatório.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo que o procedimento seja realizado com cuidado e segurança, a osteotomia provoca traumas nas estruturas ao redor do osso nasal, como vasos sanguíneos. Por isso, os hematomas são mais comuns nesses pacientes nos primeiros dias de pós-operatório.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os splints nasais também são bons aliados dos pacientes que precisaram passar por osteotomias. Eles ajudam a sustentar a estrutura remodelada, evitando instabilidade. O uso de óculos também requer atenção do paciente, nas primeiras quatro semanas após a cirurgia. A estrutura óssea estará em franca cicatrização. É melhor que não sofra impacto, por menor que ele seja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se o paciente não puder ficar sem os óculos, lentes de contato podem ser uma boa opção. O cirurgião também pode reforçar os curativos para que os óculos sejam utilizados por curtos períodos de tempo, durante a recuperação da cirurgia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso tenha dúvida ou receio sobre as osteotomias, converse abertamente com seu cirurgião e entenda a necessidade de um procedimento como esse. Esteja à vontade para deixar suas dúvidas no nosso perfil do Instagram.</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Rinoplastia híbrida: junção de técnicas para um bom resultado</title>
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					<description><![CDATA[<p>Nós já abordamos por aqui sobre a rinoplastia estruturada, que consiste no uso de cartilagens do próprio paciente para dar mais estruturação para o nariz, e também sobre a rinoplastia preservadora, menos invasiva, cujo objetivo é conservar ligamentos e tecidos. &#160; E quando há a junção das duas técnicas? Ocorre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nós já abordamos por aqui sobre a rinoplastia estruturada, que consiste no uso de cartilagens do próprio paciente para dar mais estruturação para o nariz, e também sobre a rinoplastia preservadora, menos invasiva, cujo objetivo é conservar ligamentos e tecidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E quando há a junção das duas técnicas? Ocorre o que chamamos de rinoplastia híbrida (ou rinoplastia moderna). É uma técnica muito comum nos meus procedimentos, que garante mais definição e estabilidade ao nariz. No artigo de hoje, eu falo mais sobre o assunto. Boa leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>ENTENDENDO AS TÉCNICAS</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conceito de <strong>rinoplastia estruturada</strong> foi criado em meados dos anos 90, nos Estados Unidos, e consiste em realizar a alteração necessária no nariz. São usados enxertos de cartilagem, retirados do próprio septo ou de outras partes do corpo do paciente – orelha ou costela. A grande importância dos enxertos é o refinamento dos resultados, evitando a queda da ponta nasal e do entortamento do dorso. É uma técnica muito utilizada pelos cirurgiões que atuam na área, justamente pelos resultados obtidos, de aspecto natural e mais duradouros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>rinoplastia preservadora</strong> é um conceito defendido por Dr. Wilson Dewes, pioneiro no Brasil, e Dr. Yves Saban, um dos mais renomados cirurgiões de rinoplastia da Europa. Eles defendem a preservação da estrutura nasal original do paciente, evitando o exagero no uso de ressecções e enxertos, tornando o procedimento menos invasivo. Durante a cirurgia, o profissional faz as alterações necessárias com ligamentos naturais presos à pele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na <strong>rinoplastia híbrida</strong>, preservamos aquilo que dá para preservar, mas aprimoramos com enxertos. Eles são utilizados, por exemplo, para fortalecer e estruturar a ponta, desentortar o dorso, dar mais definição e estabilidade ao nariz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente, a técnica híbrida tem sido utilizada em grande parte dos casos, já que a rinoplastia preservadora é, na verdade, uma filosofia cirúrgica, que visa evitar exageros nas alterações propostas.</p>
<p>Ou seja, ainda que um nariz demande utilização de enxertos para sua nova estrutura, toda a cirurgia será realizada pensando em preservar ao máximo a estrutura original do nariz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>E QUAL É A MELHOR TÉCNICA? </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não existe uma técnica melhor que a outra. É necessário avaliar a necessidade e complexidade de cada caso, além, é claro, da experiência do cirurgião.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mais importante, em se tratando de técnicas cirúrgicas de rinoplastia, é entender a proposta de cada uma delas e discutir com o cirurgião qual delas é a mais indicada para o seu caso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Quando as fraturas ósseas não são necessárias na rinoplastia</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:10:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dorso nasal é a parte superior do nariz e que, normalmente, é modificada durante a rinoplastia. Para a modificação dessa estrutura, na maioria das vezes, é preciso fraturar os ossos do nariz. São as chamadas osteotomias. Vale salientar que esse procedimento é completamente seguro para o paciente e deve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dorso nasal é a parte superior do nariz e que, normalmente, é modificada durante a rinoplastia. Para a modificação dessa estrutura, na maioria das vezes, é preciso fraturar os ossos do nariz. São as chamadas osteotomias. Vale salientar que esse procedimento é completamente seguro para o paciente e deve ser realizado por um cirurgião capacitado e especializado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E quando não são necessárias osteotomias na rinoplastia? É o que veremos no artigo de hoje. Boa leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Técnicas </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vimos que a osteotomia trata-se de uma linha de fratura controlada que visa melhorar os aspectos funcionais e estéticos do nariz. Ela permite que o nariz seja reposicionado, conforme a necessidade e o resultado pretendido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As osteotomias são muito comuns porque a maioria dos casos exigem a redução do dorso do nariz. Praticamente toda vez que há essa redução, o nariz fica mais largo e, consequentemente, precisa de uma osteotomia na lateral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando não há a necessidade de redução do dorso, não há necessidade de realizar as fraturas. Além disso, se o nariz tiver uma pequena altura, é possível fazer o lixamento e o refinamento ósseo da região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na rinoplastia de aumento de dorso, na maioria dos casos, não é necessária a fratura. Apenas quando a base óssea é larga.</p>
<p>A previsibilidade de resultado, nesses casos, é bastante positiva, mas o paciente deve estar ciente de que a nova altura do dorso nasal dependerá da quantidade e da qualidade dos enxertos disponíveis para a mudança desejada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Então, vou precisar de realizar a osteotomia? </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa pergunta deve ser respondida pelo cirurgião que você escolher, após uma avaliação minuciosa da sua estrutura nasal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É importante deixar claro que mesmo com características semelhantes, cada nariz é único e, portanto, a rinoplastia indicada pra ele, também.</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Você realmente respira bem? Saiba mais sobre a rinoplastia funcional</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:10:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É fato que a maioria dos pacientes que recorrem à rinoplastia buscam, principalmente, melhorar a aparência do nariz. Porém, muitos acabam se surpreendendo, após o procedimento, com uma melhora significativa da respiração. Ou seja, acabam descobrindo que não respiravam tão bem assim. Esse é outro ponto fundamental da rinoplastia: a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">É fato que a maioria dos pacientes que recorrem à rinoplastia buscam, principalmente, melhorar a aparência do nariz. Porém, muitos acabam se surpreendendo, após o procedimento, com uma melhora significativa da respiração. Ou seja, acabam descobrindo que não respiravam tão bem assim.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Esse é outro ponto fundamental da rinoplastia: a melhora funcional. Afinal, de que adianta um nariz bonito, se a respiração ficou prejudicada? Inclusive, uma cirurgia mal sucedida pode até mesmo piorar um nariz que funcionava em boas condições. É o que eu sempre reforço: o “nariz perfeito” é aquele harmônico e que executa suas funções de forma correta.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">No artigo de hoje, eu abordo mais sobre a importância da funcionalidade do nariz, as avaliações necessárias e os resultados após a rino. Boa leitura!</p>
<p style="text-align: left;">
<h3 style="text-align: left;"><strong>Avaliação</strong></h3>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">A avaliação funcional do nariz deve ser o primeiro procedimento a ser adotado pelo seu médico antes da realização da rinoplastia. Também chamada de análise pré-cirúrgica, a avaliação é fundamental em todos os casos, sem exceções.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Na primeira consulta, é importante que o médico ouça o paciente para conhecer o seu histórico, a fim de entender se existe alguma queixa em relação à respiração, se o paciente ronca à noite, se respira pela boca, se tem queixa de coriza, congestão nasal ou falta de ar e qual é o histórico na família. Todos esses fatores podem ser indicativos da má respiração e devem ser considerados nesta avaliação.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Na primeira consulta, o médico também deve avaliar fisicamente o nariz do paciente, relacionando o histórico clínico descrito anteriormente e a estrutura do nariz encontrada durante a avaliação física. Respostas importantes podem ser encontradas nesta etapa.</p>
<p style="text-align: left;">
<h3 style="text-align: left;"><strong>Exames</strong></h3>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Na maioria dos casos, também são solicitados exames diagnósticos, como a videoendoscopia nasal e a tomografia computadorizada dos seios da face, sendo essa última a mais precisa. A tomografia oferece uma avaliação completa do septo nasal, incluindo a quantidade de cartilagem para enxertos, eventuais desvios e o tamanho da parte óssea do septo (a “parede” que divide as cavidades nasais).</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">São fatores fundamentais na análise pré-cirúrgica, principalmente quando a técnica utilizada é a da rinoplastia estruturada. Assim, é possível prever se a quantidade de cartilagem do nariz é ou não suficiente para os enxertos.</p>
<p style="text-align: left;">
<h3 style="text-align: left;"><strong>Planejamento</strong></h3>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Por meio destas informações previamente mapeadas, o cirurgião faz o planejamento cirúrgico do paciente, definindo todos os detalhes da cirurgia, que deve ser feita com o máximo de cuidado. A avaliação funcional cumprida à risca garante segurança para ambas as partes durante a cirurgia, e faz com que estética e funcionalidade formem um casamento perfeito a longo prazo.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Cabe ao cirurgião alinhar sempre as expectativas do paciente com as possibilidades reais oferecidas pelas técnicas atuais, e deixar claro que a função respiratória será sempre priorizada no procedimento.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><em> </em></p>
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		<title>Tudo sobre rinomodelação: indicações, cuidados e riscos</title>
		<link>https://www.ricardoferri.com.br/tudo-sobre-rinomodelacao-indicacoes-cuidados-e-riscos/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:10:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a rinomodelação tornou-se um dos procedimentos estéticos mais procurados por pessoas que desejam mudar o formato do nariz. Mas, afinal, ela é recomendada? O que eu acho da técnica? Essa é uma pergunta muito comum no meu consultório e, hoje, quero abordar o assunto neste artigo. &#160; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a rinomodelação tornou-se um dos procedimentos estéticos mais procurados por pessoas que desejam mudar o formato do nariz. Mas, afinal, ela é recomendada? O que eu acho da técnica? Essa é uma pergunta muito comum no meu consultório e, hoje, quero abordar o assunto neste artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes de mais nada, é preciso entender que a rinomodelação é um procedimento estético, não cirúrgico, que consiste no preenchimento, normalmente com ácido hialurônico, de regiões do nariz, com o objetivo de harmonizar a estrutura e melhorar a sua aparência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu costumo dizer que a técnica, quando bem indicada, executada por um profissional qualificado e com produto de qualidade, é sim uma alternativa viável, trazendo bons resultados para casos específicos. Mas, quais são os elementos importantes para você ficar atento? Confira no artigo de hoje!</p>
<h3></h3>
<h3>Popularização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A rinomodelação popularizou-se nos últimos tempos e tem sido feita com muita frequência em clínicas de estética. Algumas chegam a afirmar que a técnica garante o mesmo efeito de uma rinoplastia, mas sem ser invasiva, e isso não é verdade. É preciso entender e diferenciar os dois procedimentos que têm como única semelhança a região do corpo em que a intervenção é feita: o nariz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Basicamente, a rinomodelação é uma injeção de ácido hialurônico que vai corrigir as imperfeições do nariz, aumentando o seu volume (no dorso, na raiz e levantamento de ponta, por exemplo). É indicada para casos muito específicos, principalmente porque, na maioria das vezes, os pacientes procuram diminuir o tamanho do nariz e o preenchimento não é capaz de oferecer este resultado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale lembrar que o resultado de uma rinomodelação não é permanente. O paciente deve estar ciente de que o resultado do procedimento dura em torno de um ano, podendo chegar a dois. Isso porque se trata de um produto que é absorvível pelo organismo – o que significa que o paciente terá que passar por novas aplicações, no futuro.</p>
<h3></h3>
<h3>Riscos</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante a rinomodelação, normalmente, os médicos usam o ácido hialurônico, que é um produto biodegradável, ou seja, é absorvido pelo organismo. Mas, com a massificação do procedimento, alguns profissionais têm aplicado outros preenchedores não absorvíveis, dentre eles, alguns que podem causar sérios problemas ao serem inseridos dentro do organismo, podendo gerar um processo inflamatório intenso, crônico e recorrente. Como exemplos, temos os preenchimentos com PMMA e até com hidroxiapatita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um produto inadequado pode fazer com que o organismo rejeite o corpo estranho, necrose a região, provoque dor e desconforto ao paciente e até mesmo leve à deformidade. Tudo isso dificulta uma possível cirurgia reparadora, pois não é um produto facilmente removível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Depois da rinomodelação posso fazer rinoplastia?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sim. Porém, é preciso ter alguns cuidados. A aplicação recente do ácido pode atrapalhar a análise pré-operatória feita pelo cirurgião, pois a substância pode “maquiar” a real situação do nariz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ideal, neste caso, é que se espere, no mínimo, três meses após a aplicação do ácido para que a análise não seja prejudicada. Quando a cirurgia é feita, o ácido hialurônico é totalmente retirado e não interfere no resultado da rinoplastia.</p>
<h3></h3>
<h3>Orientações</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diante dos riscos, é fundamental pesquisar sobre o profissional que realizará a rinomodelação, se as indicações realmente são boas e qual produto será utilizado. Por mais redundante que pareça, não ignore esta dica: em caso de dúvidas envolvendo o nariz e questionamentos sobre procedimentos que surgem repentinamente como milagrosos, consulte o seu médico de confiança. Procure um profissional que saiba avaliar as proporções do seu nariz, a simetria do seu rosto e o melhor procedimento para o seu caso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se a decisão for pela rinomodelação, consulte mais de uma opinião médica. A formação do profissional que vai realizar o procedimento é importante para que você se sinta seguro. Quando estiver com todas as respostas e, mais importante, em segurança, aí sim é hora de aproveitar os benefícios estéticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573</em></p>
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		<title>Fibrose na rinoplastia: é possível evitar?</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:10:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A recuperação e a cicatrização no pós-operatório da rinoplastia ainda geram dúvidas e receio nos pacientes que desejam passar pelo procedimento. São etapas tranquilas, desde que as orientações passadas pelo cirurgião sejam seguidas. Porém, há situações que exigem uma atenção maior por parte do paciente. É o caso das fibroses, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recuperação e a cicatrização no pós-operatório da rinoplastia ainda geram dúvidas e receio nos pacientes que desejam passar pelo procedimento. São etapas tranquilas, desde que as orientações passadas pelo cirurgião sejam seguidas. Porém, há situações que exigem uma atenção maior por parte do paciente. É o caso das fibroses, por exemplo, tida como o excesso de cicatrização, o que pode levar ao arredondamento da ponta nasal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No artigo de hoje, traremos mais detalhes sobre as fibroses na rinoplastia, alertando sobre os fatores que merecem a atenção de todos os pacientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O QUE É UMA FIBROSE?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em resumo, a fibrose é uma formação de tecido conjuntivo que se dá durante o processo de cicatrização interna de uma lesão. Geralmente causada por edemas excessivos, técnicas inadequadas e/ou condutas não apropriadas durante o pós-operatório, as fibroses são um processo natural do corpo, o que significa que toda cirurgia acarretará na sua formação – inclusive a rinoplastia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tecido que cresce abaixo da pele pode deixar a cicatriz irregular e, de fato, dependendo do seu grau, da espessura, oleosidade da pele e do próprio processo de cicatrização do organismo, pode prejudicar o resultado final do procedimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>FIBROSE NA RINOPLASTIA</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como dito anteriormente, a presença da fibrose faz parte do processo cicatricial do pós-operatório e a maior parte delas tende a desaparecer com o tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A presença dessa cicatrização exagerada, principalmente em pessoas cuja pele é mais grossa e oleosa, desfavoráveis para esse processo, pode modificar o resultado cirúrgico, diminuindo a definição da ponta e o desenho realizado do nariz, porque ela gera um arredondamento na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>É POSSÍVEL PREVENIR?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento preventivo para fibroses existe e deve ser indicado pelo cirurgião responsável pela rinoplastia, no momento adequado. Ainda assim, o primeiro passo para evitar que esse tipo de processo se desenvolva é procurar um profissional habilitado e experiente no procedimento desejado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isso porque quanto menos espaços vazios houver no interior do nariz, menor a probabilidade de desenvolvimento da fibrose. Portanto o cirurgião deverá estar apto a preencher esses espaços com suturas e enxertos, removendo menos tecido e promovendo maiores modificações de desenho nasal, durante a cirurgia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em se tratando da espessura da pele, há pacientes que necessitarão de um tratamento prévio com o intuito de prevenir a formação exagerada das fibroses na região a ser operada. Tal tratamento também pode vir depois da rino, como forma de controlar os edemas, recorrendo à infiltração de medicação, como corticoides e/ou Roacutan (isotretinoína).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O paciente também deverá cumprir com todas as orientações passadas e respeitar o período de recuperação – posto que este é o momento crucial para o bom andamento do resultado pretendido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste período, os cuidados com o inchaço do nariz precisam ser tomados – uma vez que este é um dos principais fatores do aparecimento das fibroses. Os cuidados incluem: uso correto dos curativos, principalmente no primeiro mês, e controle da dieta nos primeiros dias, diminuindo os alimentos oleosos e processados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É importante reiterar que cada caso será analisado individualmente, cada paciente terá a sua indicação. O acompanhamento com o cirurgião responsável pela rinoplastia é fundamental para o diagnóstico assertivo dessas possíveis alterações e, sobretudo, para a indicação do melhor tratamento nessa situação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Dr. Ricardo Ferri – Otorrinolaringologista e Rinoplastia – CRMGO 9674 / RQE 4573</em></p>
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